Contribuir na formação das trabalhadoras e trabalhadores do campo, na luta pela terra, água, direitos, justiça, igualdade e solidariedade. NA LUTA PELA TERRA E PELA VIDA!
sexta-feira, 28 de maio de 2010
segunda-feira, 24 de maio de 2010
III Congresso Nacional da CPT
Montes claros, em Minas gerais é palco nacional do III Congresso da CPT.
Entre os dias 17 e 21 de maio aconteceu o III Congresso Nacional da CPT em Montes Claros MG. Com o tema: No clamor dos povos da terra, a memória e a resistência em defesa da vida. Foi um grande momento de fortalecimento da mística que move a CPT. O Piauí levau à cidade mineira uma representação com 48 pessoas o congresso contou com 820 pessoas, vindas de todo Brasil.
O congresso teve como um dos seus principais focos, os biomas. Em quatro tendas: bioma Amazônico, bioma Cerrado junto com Pantanal, bioma Caatinga e o bioma Mata Atlântica, junto com o Pampa. Foi um momento forte, onde cada regional partilhou suas experiências significativas que dizem respeito aos clamores da natureza e dos camponeses, a resistência das comunidades que lutam contra a destruição e em defesa da vida e as formas de cuidado e prevenção. Ampliando olhares, foi feita uma análise de conjuntura atual, com enfoques na conjuntura política, conjuntura ecológica e a conjuntura eclesial.
O III Congresso marcou por ser um momento privilegiado para refletir sobre os rumos que a CPT deve seguir para contribuir na proteção, preservação e revitalização da natureza, e para propor o fortalecimento da espiritualidade que enxerga e sente Deus tanto nos estupendos cenários que a criação proporciona, quanto nos pequenos detalhes onde a vida explode.
O Regional Piauí marcou presença com uma caravana de 48 pessoas das sete microrregiões do Estado. Além disso, a delegação estadual apresentou a experiência de resistência e luta pela terra do Assentamento Nova Jerusalém, na cidade de São Raimundo Nonato. O grupo levou muita animação, disposição.
Caravana que participou do III Congresso Nacional da CPT estudou a tematica dos Biomas
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Assembleia das Associação das Mulheres Quebradeiras de Coco de Miguel Alves, PI.
das Mulheres Quebradeiras de Coco de Miguel Alves, PI.
A assembleia teve como pauta:
Socialização dos trabalhos realizados pelos grupos;
Prestação de contas de cada grupo e da associação;
Processo de legalização da Associação;
Novas sócias e criação da carteira de identidade;
Calendário de atividades 2010;
Informes gerais.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Oficina sobre Identidade.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Deputados Federais não votaram o Projeto de Lei Ficha Limpa
1 MINUTO DE SILÊNCIO!
Não é pelas mortes causadas pelas chuvas,
mas sim para o povo brasileiro.
Ontem os deputados federais
mostraram a cara e não votaram
o projeto de lei FICHA LIMPA.
Para quem não sabe, ontem foi rejeitada a votação, na Ordem do Dia
da Câmara Federal, o Projeto de Lei FICHA LIMPA,
que impede a candidatura a qualquer cargo eletivo,
de pessoas condenadas em primeira ou única instância
ou por meio de denúncia recebida em tribunal
– no caso de políticos com foro privilegiado –
em virtude de crimes graves como:
racismo, homicídio, estupro, tráfico de drogas
e desvio de verbas públicas.
A IMPRENSA FOI CENSURADA E ESTÁ IMPEDIDA DE DIVULGAR!
PORTANTO, VAMOS USAR A INTERNET
PARA DAR CONHECIMENTO AOS OUTROS
198.000.000 DE BRASILEIROS
QUE OS DEPUTADOS FEDERAIS TRAÍRAM
O POVO!!!
30 mil trabalhadores em condições análogas às da escravidão nas fazendas inspecionadas.
Contra os fatos
Exemplos de regras espantosamente básicas: é preciso haver banheiro nos alojamentos; água para lavar o agrotóxico das mãos antes das refeições; os alojamentos têm que ser divididos por sexo; alojamentos de famílias não podem ser coletivos; trabalhador não pode pagar pelo equipamento de trabalho; se sofrer acidente, tem que receber primeiros socorros. Não deveria existir instruções assim tão detalhistas. O normal é que não houvesse. Mas os relatórios dos grupos móveis de fiscalização, que foram a quase 1.800 fazendas desde 2003, mostram que o que deveria ser normal numa sociedade civilizada, nem sempre é oferecido ao trabalhador de certas propriedades rurais.
A senadora Kátia Abreu (DEM-TO), presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), disse à “Veja” que é impossível cumprir essa lista de 252 itens, conhecida como NR-31. Sugeriu que o descumprimento de qualquer dessas normas levaria a empresa rural a ser enquadrada por praticar o crime. Citou como exemplo de distorções o impedimento de que o trabalhador cuide do gado, depois das galinhas e depois limpe o pasto.
Quem acompanha o tema tem dificuldade de entender a senadora, ou de encontrar o nexo entre o que ela diz e os fatos. Primeiro, a Norma Regulamentadora 31 foi discutida, durante quatro anos, por uma comissão tripartite da qual a CNA participou; segundo, o que configura o trabalho escravo ou degradante é o artigo 149 do Código Penal e não essa instrução; terceiro, não há na lista nada que impeça que um trabalhador tenha várias funções na fazenda.
Até 2003, o artigo do Código Penal que condenava o trabalho análogo à escravidão era genérico, e isso favorecia as fazendas irregulares. Mas o Congresso alterou o texto — com voto contrário da então deputada Kátia Abreu. O Código, agora, descreve quatro condutas que configuram o crime de reduzir alguém à condição análoga à de escravo: trabalho forçado; servidão por dívida; jornada exaustiva; trabalho degradante.
A senadora reclama dessas normas dizendo que elas são fruto de preconceito ideológico contra a propriedade privada. Na verdade, não parecem ser contra o capitalismo, mas sim a favor do trabalho assalariado e, com garantias e direitos, que é da natureza do próprio capitalismo. Não cumprir essas regras seria restituir uma ordem medieval do trabalho.
Só uma minoria das empresas é encontrada com trabalho escravo, mas os casos não deixam dúvidas de que o país não está diante de uma picuinha de fiscais preconceituosos, ou de normatização compulsiva do governo. Os flagrantes são repulsivos. E o Ministério do Trabalho admite que só se fixa em 30% daquelas normas, as que são mais elementares.
Em 2005, a destilaria Gameleira, em Mato Grosso, foi autuada com mil trabalhadores com salários atrasados, em condições de moradia e alimentação inaceitáveis. A empresa foi autuada quatro vezes pelo mesmo crime. Não mudou de conduta, mas mudou de nome. Em julho de 2007, 1.064 trabalhadores foram encontrados na fazenda Pagrisa, no Pará, em alojamentos superlotados, esgoto a céu aberto, salário com descontos de remédios ao preço seis vezes mais alto que nas farmácias da cidade, e água de beber “da cor de caldo de feijão”, como diz o relatório. No dia 13 de novembro de 2007, os fiscais encontraram 820 índios trabalhando numa das sete fazendas do grupo José Pessoa de Queiroz Bisneto, em Brasilândia, Mato Grosso do Sul. Eles trabalhavam com agrotóxico e depois comiam, sob o sol, sem ter, ao menos, água para retirar o produto das mãos. Entre várias cenas grotescas, os fiscais encontraram os trabalhadores amontoados em alojamentos mínimos. Em um deles, eram 20 pessoas em 26 metros quadrados. Em abril de 2010, em Aragarças, Goiás, 143 cortadores de cana vindos de vários estados eram obrigados a pagar pela comida e habitação, dormiam em barracos, e foram pagos com cheques sem fundo, não tinham repouso remunerado.
Ao todo, de 2003 para 2009, foram encontrados 30 mil trabalhadores em condições análogas às da escravidão nas fazendas inspecionadas. Uma minoria é autuada. Outras são simplesmente advertidas ou orientadas sobre o cumprimento da lei. Nestas, em geral a fiscalização depois encontra tudo resolvido. A dúvida é: se não houvesse a fiscalização, elas mudariam a atitude? No caso de J. Pessoa de Queiroz Bisneto, no dia seguinte à operação ele me contou que tinha contratado banheiros químicos para os trabalhadores, instalado local com sombra para eles almoçarem e garantiu que reformaria os alojamentos.
A senadora sabe que o problema existe. Algumas dessas fazendas, como a Pagrisa, ela até visitou para prestar solidariedade aos proprietários. A melhor defesa dos produtores rurais seria separar a minoria criminosa e lutar contra essa prática. Em vez disso, a líder ruralista ataca as exigências feitas pela fiscalização. Com ações assim, ela acabará convencendo o país que os empresários rurais são todos iguais. Se a CNA quiser falar sério sobre modernização, tem que começar desistindo de lutar no Supremo contra a lista que informa quem são as empresas criminosas.
Agricultores vitímas de trabalho escravo recebem indenização.
Agricultores de Corrente vítimas de trabalho degradante
receberão direitos e indenização por dano moral
Por determinação da Justiça do Trabalho do Piauí trabalhadores vítimas de trabalho degradantes, análogo ao trabalho escravo, em fazenda na região de Corrente receberão os direitos trabalhistas a que tem direito e indenização por danos morais. Além disso, a Fazenda Várzea Fechada, que cometeu as irregularidades, ainda terá pagar multa por dano moral coletivo e dumping social, já que era reincidente. Os recursos serão aplicados em políticas de erradicação e combate ao trabalho degradante na região.
A Vara do Trabalho de Corrente homologou um acordo de conciliação beneficiando 11 trabalhadores rurais da região de Corrente que eram submetidos ao trabalho degradante na Fazenda Várzea Fechada da zona rural do município. O acordo resultou de uma ação civil pública proposta pelo Ministério Público do Trabalho.
O juiz do Trabalho, Carlos Wagner, titular da Vara de Corrente, explica que pelo acordo o réu (empregador) terá que pagar cerca de R$ 40,4 mil por três meses de atuação irregular, sendo R$ 8,4 mil em verbas rescisórias aos trabalhadores, R$ 11 mil de dano moral individual (R$ 1 mil para cada trabalhador), R$ 16 mil de dano moral coletivo e R$ 5 mil de dumping social.
Os trabalhadores foram libertados no final do ano passado após uma fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego juntamente com o Ministério Público do Trabalho. Ao todo foram encontrados 11 trabalhadores em tais condições. Eles trabalharam em torno de três meses antes da libertação. Isso, então, motivou o ajuizamento da ação civil pública.
O dano moral coletivo tem por fim ressarcir a sociedade, de forma abrangente, pelo fato em si, qual seja, a existência do trabalho degradante na fazenda. O dumping social diz respeito ao valor a ser pago pelo empregador em face da sua reincidência, pois em outra fiscalização realizada ele já havia sido flagrado em práticas iguais.
O juiz Carlos Wagner informa que os valores do dano moral coletivo e do dumping social serão aplicados em políticas de erradicação e combate ao trabalho degradante, como em palestras para empregadores, capacitação de trabalhadores, cursos sobre uso correto de equipamentos de proteção individual, ou outras atividades afins. A instituição que vai receber e aplicar os recursos será indicado pela Vara do Trabalho.
terça-feira, 4 de maio de 2010
CPT, Diocese de Parnaiba, marca presença em atividade 1º de maio em Esperantina, PI
O dia era de Comemorar, mas não podemos deixar denunciar as injustiça que acontece no campo.
Informações, Genésio Guimares



quinta-feira, 22 de abril de 2010
Carta da Terra Brasil
Dia 22 de abril a Carta da Terra lançará mundialmente a sua campanha nos meios de comunicação de massa em prol a conscientização da necessidade de um mundo melhor, mais cidadão e responsável.
Convidamos você a divulgar essa idéia na página ou blog da sua instituição ou empresa. Pois apenas trabalhando em conjunto conseguiremos mobilizar a sociedade a ver que somos uma única família na Terra e que a mudança do futuro está nas mãos de cada um.
O que é a Carta da Terra?
A “Iniciativa da Carta da Terra” é o nome dado a uma rede global de extraordinária diversidade de pessoas, organizações e instituições que participam da promoção e implantação dos valores e princípios da Carta da Terra.
A Carta da Terra é uma declaração de 16 princípios éticos fundamentais para a construção de uma sociedade global justa, sustentável e pacífica. Ela é estruturada em quatro grandes tópicos: Respeito e cuidado pela comunidade da vida, integridade ecológica, justiça social e econômica, democracia, não-violência e paz. É uma visão de esperança e um chamado à ação.
Como posso difundir essa idéia?
Além de falar da iniciativa da Carta da Terra aos seus amigos e familiares, você pode publicar no seu blog, site ou perfil nas redes sociais o comercial da campanha ou banner e logotipo da Carta da Terra.
Você pode também unir-se a Carta da Terra no Orkut, Facebook, Linkedin, Youtube e Twitter comentando, divulgando e convidando seus amigos a participar dessa iniciativa. No Twitter, lhe convidamos a usar o hashtag #cartadaterrabr para tentarmos assim alcançar o maior número de pessoas.
Assista o comercial clicando aqui.
Sobre a campanha “Começa com você”
A campanha remete ao pensamento de Gandhi que lembra que a mudança que queremos ver no mundo começa por cada indivíduo. O objetivo é fomentar entre o grande público o conceito de “Cidadania Terra” onde os interesses pelo bem comum do planeta estão acima dos individuais.
O filme será veiculado a partir do dia 22 de Abril no Brasil e na América Latina e possivelmente na Europa, em espaços doados pelas principais emissoras de televisão por assinatura e redes aberta. A campanha conta também com anúncios impressos doados por diversas revistas e jornais, um spot de rádio e banners para veiculação na internet.
Participe!
Afinal, sonhamos com um planeta mais justo, sustentável e pacífico.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Caso Dorothy: Os mandantes não podem ficar impunes!

NOTA À IMPRENSA
No próximo dia 12, Vitalmiro Bastos de Moura volta ao banco dos réus, para ser julgado pelo tribunal do júri, por sua participação no assassinato da missionária Dorothy Stang. Dia 30, será levado a julgamento Regivaldo Pereira Galvão. Os dois fazendeiros faziam parte de uma associação criminosa que, em fevereiro de 2005, decidiu tirar a vida da religiosa oferecendo 50 mil reais, através do intermediário Amair Feijoli para Raifran das Neves e Clodoaldo Batista assassinarem Irmã Dorothy.
Os dois fazendeiros eram “sócios” em negócios criminosos no município de Anapu, envolvendo, grilagem de terras públicas, desmatamento e extração ilegal de madeira, trabalho escravo, ameaças e expulsões violentas de posseiros dos Projetos de Desenvolvimento Sustentáveis.
As denúncias de variados crimes praticados por Bida e Regivaldo, nos anos que antecederam ao assassinato da missionária, feitas pela CPT de Anapu, através de Irmã Dorothy, e também pelos movimentos sociais locais, chegaram às autoridades estaduais e federais, resultando em diversas ações do poder público contra os dois fazendeiros. Em junho de 2004, Bida e Regivaldo foram autuados por trabalho escravo no lote 55; em julho também de 2004, a Polícia Federal pede a prisão dos dois por crimes de trabalho escravo, grilagem de terra, formação de quadrilha e porte ilegal de armas; em agosto e novembro do mesmo ano os dois foram multados em 3 milhões de reais pelo IBAMA por desmatamento e queimada ilegais no lote 55.
Tendo seus crimes desvendados e seus interesses econômicos contrariados, pelas denúncias feitas por Dorothy e os movimentos sociais de Anapu, os dois planejaram a morte da missionária: “enquanto não se der um fim nesta mulher nós não vamos ter paz nestas terras em Anapu”, sentenciou Regivaldo a Bida, “Fala com Raifran que se ele quiser tem 50 mil para matar a irmã Dorothy”, foi a ordem dada por Bida através do intermediário Amair. Além de prometer os 50 mil, que seriam pagos por ele e Regivaldo, Bida forneceu a arma, a munição, deu proteção aos criminosos em sua fazenda, orientou-os a sumir com a arma do crime, como fugirem do cerco da polícia e ainda garantiu advogado para defendê-los, sob a condição de que não revelassem o nome dos mandantes.
A CPT, o comitê Dorothy e demais entidades que lutam por justiça no caso Dorothy, alertam a sociedade e o poder judiciário sobre as manobras da defesa dos fazendeiros com o objetivo de protelar os julgamentos e inocentá-los. Aceitar e se submeter a essas manobras faria aumentar ainda mais o descrédito da sociedade no Poder Judiciário.
Prometeram pagar para que Raifran e Clodoaldo assassinassem a religiosa e agora estão pagando para que os executores e intermediário mudem seus depoimentos para inocentar os mandantes. Documentos juntados ao processo comprovam que o DVD usado no último julgamento que absolveu Bida e que foi anulado pelo Tribunal de Justiça por contrariar as provas existentes nos autos, custou 300 mil reais aos mandantes. Podem continuar comprando os assalariados do crime, mas não comprarão a justiça.
O crime contra Dorothy foi premeditado, ficando fartamente comprovada a participação de cada um de forma hierárquica: mandantes, intermediário e executores, cada um cumprindo seu papel na ação criminosa. A condenação de Vitalmiro e Regivaldo é um passo importante no combate à violência e impunidade no campo no Pará, Estado onde 62% dos crimes no campo nas últimas décadas sequer foram investigados e o único mandante condenado, que cumpre pena atrás das grades é Vitalmiro Bastos de Moura, conforme dados da CPT Pará.
Dorothy vive na luta do povo!
Belém-PA, 09 de abril de 2010.
Comissão Pastoral da Terra – CPT Pará
Comitê Dorothy
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Plenária Nacional sobre o Plebiscito nos dias 8 e 9 de abril de 2010
Magnus Regis da Silva estrá partipicando pela Comissão Pastoral da Terra - Regional Piauí.
Local: Centro Cultural Missionário
SGAN 905 – Conjunto C – 70790-050 Brasília (DF)
Fone: (61) 3274-3009
08 de abril (quinta-feira)
7h: Café da manhã
8h: Mística de abertura
8h30: CONFEREÊNCIA: Memória histórica da Campanha pelo Limite da Propriedade da Terra no Brasil e Análise dos Conflitos no Campo no Brasil
10h15: Intervalo
10h30: Análise de conjuntura sobre a perspectiva da política agrária e agrícola nacional
12h: Almoço
14h: Trabalho em grupo para análise da realidade de cada região**
16h: Intervalo
16h15: Continuidade dos trabalhos em grupo.
18h: Encerramento
09 de abril (sexta-feira)
7h: Café da manhã
8h: Mística
8h30: Apresentação da síntese dos trabalhos em grupo
10h: Intervalo
10h15: Debate do planejamento estratégico do plebiscito por estado ou região
12h: Almoço
14h: Continuidade: distribuição das funções, planejamento e metodologia do trabalho de base.
17h: Encerramento
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Atividades realizadas no primeiro trimestre 2010

ACONTECEU - vida em movimento.
Secretariado Regional
sexta-feira, 26 de março de 2010
CONFLITOS NO CAMPO.
Já foram tomadas providência junto a CPT e o INCRA, para que os trabalhadores sejam assistidos.
quarta-feira, 24 de março de 2010
“ Água, água sagrada. Água, água sagrada”


“ Água, água sagrada. Água, água sagrada”
( Zé Vicente)
Foi com esta expressão poética do canto água sagrada, que o Fórum das Pastorais Sociais celebrou a Semana da Água.
A semana foi marcada por uma vasta programação com debates sobre o cuidado que devemos ter com o nosso meio ambiente, sobre a construção de barragens no leito do Rio Parnaíba e da vasta plantação de eucalipto que assola o nosso Estado.
Para finalizar a semana de atividades, foi realizando uma celebração na Praça Pedro II, que contou com a participação de comunidades, organizações e das Pastorais Sociais. Após o momento celebrativo os participantes tiveram um momento para expressar a toda a sociedade as preocupações em relação ao uso e o cuidado que devemos ter com a água. A Água é uma dádiva de Deus.

8 de março, reune mais de 800 mulheres em Esperantina, PI
Mais de 800, mulheres trabalhadoras rurais e demais categorias de Esperantina, se reuniram para comemorar seu dia, o evento neste ano aconteceu no dia 07 de Março Domingo, no ginasio Nogueirão.
O evento inicou-se muito cedo, com a santa Missa na Igreja de Nossa Senhora da Boa Esperança, celebrada pelo Padre Bernardo, onde teve grande participação, com a presença de varias autoridades. em seguida as companheiras sairam em caminhda, passando pelo mercado publico, até o ginásio.
As mulheres da zona rural do municipio, grande parte delas foram transportada por carros da prefeitura. O evento este ano teve um grande singnificado que foi trabalhar com as mulheres da zona urbana, parabens as entidades que estiveram envolvidas na organização, como STR, Cepes, MIQCB, Piju, IAPEP, KOLPING, Pastoral da Criança, AMAE, CPT e o poder publico municipal.
Informações Dicioneide e Genésio, CPT de Parnaiba.
quarta-feira, 17 de março de 2010
Oficina - Escravo nem pensar
Local: Sindicato dos Comerciarios.
Horário: 8:30h as 17:30h
Realização ONG Repórter Brasil
sexta-feira, 12 de março de 2010
FRUTO DA TERRA E DA LUTA
Vendo esta melancia nos parece somente um fruto bonito, ou não. No entanto, ela representa toda uma história de sangue, suor e lágrimas dos trabalhadores piauienses que já foram migrantes, escravizados da cana, dos pastos do gado, da junquira, das carvoarias, da soja, nas diversas regiões do país. Representa uma história de garra, coragem, compromisso e organização de um povo, de um grupo de trabalhadores que passou a acreditar na sua capacidade e potencial.Esta é a primeira melancia de muitas que certamente virão do Assentamento Nova Conquista, o primeiro voltado para trabalhadores migrantes, vítimas do trabalho escravo, criado em 2008 no município de Monsenhor Gil, Piauí. A emoção e alegria de ver este fruto foi especial e indescritível. As pessoas podem não entender e até achar uma besteira alguém se emocionar ao ver uma melancia, considerando que já se presenciou tantas outras produções em vários outros assentamentos que ajudamos a construir, só que nesse caso específico foi a partir de uma luta contra o trabalho escravo. Esse assentamento tem uma característica diferente, representa as possibilidades do Estado, a partir dessa luta, assumir de fato o seu papel, criando urgentemente as políticas públicas tão necessárias para os trabalhadores migrantes.
Cabe aos poderes constituídos desta nação criarem as condições dos trabalhadores permanecerem em sua terra de origem. Os trabalhadores demonstram que têm potencial e capacidade de produzirem. Cabe ao INCRA oferecer as condições, infra-estruturas, casas, liberação de créditos, assistência técnica, etc.
Ficamos a imaginar o que seria dessa terra se junto com a imissão de posse tivessem vindo todos os itens citados acima. A produção e a permanencia dos trabalhadores em seu Estado de origem seria outra, talvez não precisássemos mais falar em migração forçada e em trabalho escravo naquele município.
Fique Espert@!
De olho aberto para não virar escrav@!
terça-feira, 9 de março de 2010
Documento entre ao Sr. Prefeito de Miguel Alves.

Excelentíssimo Sr. Prefeito Oliveira Junior,
Tendo em vista o dia Internacional da Mulher, 8 de março, a Associação das Mulheres Quebradeiras de Coco do Município de Miguel Alves, PI, juntamente com a Comissão Pastoral da Terra, vem através deste reivindicar e solicitar quais foram os encaminhamentos concretos dados por esta instituição referente ao documento entregue por ocasião da Audiência Pública, no dia 02 de março de 2009, na Câmara de Vereadores desta cidade.
Resumidamente segue as reivindicações já solicitadas:
1º O encaminhamento junto aos órgãos competentes para a criação de uma delegacia especial da mulher nesse município.
2º Saúde: ampliação de vaga para atendimento odontológico para as trabalhadoras e trabalhadores do interior; maior atenção no atendimento ginecológico para as mulheres.
3º Água: o acesso a água de qualidade no Assentamento Retrato, na Pedra Grande e nas comunidades do Ezequiel, Bom Principio.
4º Educação: acesso a educação de qualidade para jovens e adultos, especialmente as mulheres, das comunidades: Retrato, Pedra Grande, Ezequiel, Bom Principio, Riacho do Conrado, Paraíso São Benedito, Centro do Designo, Jenipapeiro da Mata, Mato Seco, Todos os Santos.
5º Que o Poder Público faça no município, juntamente com a sociedade civil um amplo debate para a criação do Babaçu Livre. A Lei do Babaçu Livre garante às quebradeiras de coco do município e às suas famílias o direito de livre acesso e de uso comunitário dos babaçus (mesmo quando dentro de propriedades privadas), além de impor restrições significativas à derrubada da palmeira.
Temos consciência que estar à frente de um órgão público é uma tarefa difícil, porém, o maior desafio de um gestor público é criar mecanismos de seus compatriotas não se submeterem as condições de violência e negação dos direitos, que destroem a vida. Portanto, é dever do Estado criar as condições para as pessoas permanecerem de forma digna em sua terra, tendo seus direitos respeitados, possibilitando que e a mulher e o homem do campo e cidade seja capaz de exercer sua cidadania e ter seus direitos garantidos.
Combater todas as formas de violência contra as mulheres é nosso dever e obrigação.
Miguel Alves, 08 de março de 2010.
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Associação das Mulheres Quebradeiras de Coco Comissão Pastoral da Terra.
8 de março, Miguel Alves, PI
Concluindo a atividade, o grupo de animação puxa o cordão da ciranda para o local do almoço.
Rose, fala em nome da CPT Regional.
Exposição e venda dos produtos dos grupos.
Grupo que animou a manhã de mobilização.
Participação das escolas do Município na atividade
Era gente chegando de todos os lados, a feira ficou muito movimentada.sábado, 6 de março de 2010
Associação das Quebradeiras de coco realiza mobilização no dia internacional mulher
Este é o terceiro ano que a mobilização é feita na cidade. O objetivo é celebrar, fortalecer a luta das mulheres por melhores condições de vida e reivindicar políticas públicas de qualidade para as mulheres: “A CPT atua junto aos grupos com a formação humana e política, empoderamento, geração de renda com a fabricação de produtos de limpeza, artesanato e agora vamos intensificar um processo de capacitação para um maior aproveitamento de coco babaçu. No acompanhamento destes trabalhos, percebemos as necessidades pelas quais as trabalhadoras passam e por isso estamos levando as reivindicações para o ato público. O evento dá visibilidade para que as mulheres sejam reconhecidas como sujeitas de direito ”, declara Roselei Bertoldo.
A assessora afirma que a mobilização será um momento de denuncia sobre a violência praticada contra as mulheres. Ela cita dados nacionais que são assustadores onde quatro mulheres são espancadas por minuto no Brasil. Dos atos de violência que as mulheres sofrem, a grande maioria é praticada por alguém muito próximo: “70% dos assassinatos são cometidos por ex-maridos ou ex-namorados. Estima-se que somente 10% das mulheres brasileiras vítima de violência fazem denuncia. A Violência responde por aproximadamente 7% das mortes de mulheres entre 15 a 44 anos no mundo todo. Aqui no Piauí a situação é agravante conforme dados da Delegada Vilma Alves. Só no ano de 2009 foram feitas 2.441 denuncias de violência, já em Miguel Alves, no mesmo ano, foram realizadas cinco denuncias”.
Uma programação variada foi montada para o dia internacional da mulher, onde será realizada uma alvorada e animação às 4h. Apartir das 7h será iniciado um ato público com a apresentação dos grupos de mulheres organizadas, denuncia dos casos de violência e entrega de um documento com reivindicações ao Prefeito da cidade, Oliveira Júnior. O documento cobra do poder público municipal o cumprimento das solicitações feitas ainda em 2009, como a criação da delegacia especial da mulher; ampliação de vaga para atendimento odontológico para as trabalhadoras e trabalhadores do interior; maior atenção no atendimento ginecológico; acesso a água de qualidade no Assentamento Retrato, na Pedra Grande e nas comunidades do Ezequiel, Bom Principio; educação e por fim que o Poder Público faça no município, juntamente com a sociedade civil um amplo debate para a criação do Babaçu Livre. A Lei do Babaçu Livre garante às quebradeiras de coco do município e às suas famílias o direito de livre acesso e de uso comunitário dos babaçus (mesmo quando dentro de propriedades privadas), além de impor restrições significativas à derrubada da palmeira.
“O evento celebra as tantas vitórias, conquistas realizadas pelos grupos de mulheres organizados, o fortalecimento da auto-estima, a independência financeira, salário maternidade, aposentadoria, auxilio doença, Lei Maria da Penha. Por outro lado, o dia 8 de março é um dia de fortalecer a luta organizada das mulheres na garantia dos direitos que ainda hoje são violentamente negados”, diz Roselei.
A Comissão Pastoral da Terra desenvolve trabalho em Miguel Alves há mais de cinco anos com o acompanhamento e organização de áreas de conflitos e assentamentos. Mais recentemente, a CPT-PI intensificou o apoio aos grupos de mulheres, que resultou na criação da Associação das Mulheres Quebradeiras de Coco, onde são desenvolvidos trabalhos de geração de renda, associativismo e educação. O trabalho é considerado referência e a experiência na cidade já foi levada para o Encontro de Políticas Públicas, ocorrido em novembro de 2009 na Fortaleza (CE).
Magnus Regis
Comissão Pastoral da Terra Regional Piauí
cptpi@velox.com.br
86 3222-4555
quinta-feira, 4 de março de 2010
Piauienses são enganados com "falso emprego" em Rondônia
03/03/10, 19:52